Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Viajar da Huila a Luanda(2)

O dia seguinte reserva-nos mais 150 quilómetros de ligação para Benguela, numa estrada asfaltada, tirando pequenos troços, como o que nos leva ao rio Cuporolo. Aqui está a ser erguida uma nova ponte, enquanto obras na via provocaram um ligeiro desvio de pouco menos de cinco quilómetros.

Catengue, de onde parte um desvio para o Cubal em direcção ao Huambo, é um ponto de paragem obrigatória. Possui um movimentado mercado informal de onde os camionistas e automobilistas se reabastecem e as bombas de combustível funcionam ininterruptamente. Não resistimos. Para tanto, um churrasco com batata frita, acompanhado com o macau, bebida da localidade feita à base de massambala e a que pouca gente resiste.

Daqui para frente só asfalto, mas, mesmo com uma estrada bem sinalizada, os acidentes multiplicam-se. Na área da Talamajamba, somos confrontados com um acidente mortal. Na véspera, uma carrinha carregada de peixe seco que se dirigia ao Chongorói chocara frontalmente com um camião. O resultado não poderia ser mais trágico. Seis mortos, incluindo os dois motoristas, e cinco feridos, segundo testemunhas no local.

Uma ponte na Catumbela
Domingo. Dez horas e trinta minutos. Uma breve paragem em Benguela e “toca” a andar para o Lobito. A cidade das acácias rubras está calma, a Sé Catedral está completamente cheia de fiéis e há pouco movimento de viaturas, para gáudio dos kupapatas, como são conhecidos os motoqueiros que prestam serviço de táxi por aquelas paragens.

No caminho para a cidade ferro-portuária do Lobito é possível divisar obras imponentes, como as do estádio de futebol para o CAN, a estação de águas de Benguela, que vai servir as quatro cidades do litoral, e o estaleiro dos chineses que trabalham na reabilitação dos Caminhos de Ferro de Benguela (CFB).

Terra de poetas e escritores de renome, como Pepetela, Ernesto Lara Filho, Aires de Almeida Santos, de desportistas, como o velho Pepino, e de boémios, dizíamos, Benguela é marcada, definitivamente, pela Praia Morena, Baía Azul, as praias da Caota, Caotinha e Macaca e, para fechar, as acácias rubras.

Mas o melhor das obras estava para vir. Sobre o rio Catumbela está pronta aquela que é, seguramente, a mais moderna ponte jamais erguida no país. Com 400 metros de comprimento, essa ponte é uma verdadeira obra-prima de engenharia. Com a sua inauguração, nos próximos dias, ficarão para trás as longas filas de automóveis entre Benguela e Lobito.

Quando for aberta ao tráfego, vai tornar-se, na verdade, em mais um poderoso eixo de desenvolvimento urbano, económico e social de Angola. E se alguém tem dúvidas de que a aposta do Estado angolano na construcao de infra-estruturas de transportes rodoviárias está ganha, a ponte sobre o rio Catumbela é um exemplo.

Ao passarmos pela vila da Catumbela, fundada em 1836, parece-nos importante dar algumas notas sobre o rio com o mesmo nome, o CFB e o Porto do Lobito.

Com efeito, o rio Catumbela nasce a sul da povoação do Cusse, na região planáltica da Huíla, descendo rapidamente dois mil metros para o município de Caluquembe e sobe, depois, para o Alto Catumbela, antes de desaguar no Atlântico. Pelo caminho, alimenta as barragens hidroeléctricas do Lomaúm e Biópio.

No período das grandes chuvas no Planalto Central costuma ser problemático, devido às inundações que provocam danos humanos e materiais, sobretudo nas lavras.

Mas atentas, as autoridades de Benguela fizeram avançar, com sucesso assinalável, um programa de intervenção no seu leito, com a criação de diques de dois metros de protecção das margens, num trabalho extensivo aos rios Cuporolo e Cavaco, também em Benguela.

Já o Caminho-de-Ferro de Benguela está a passar por obras de reabilitação. A sua reabilitacao desde Lobito ao Luau, Moxico, no Leste do país, deve ser concluída em 2012, mas já regista avanços significativos que permitem a circulação do comboio nos troços Lobito-Cubal e Caála-Huambo. Um dado, de resto, avançado pelo director-geral do CFB, o economista Daniel Kipaxi. “Já estamos a trabalhar na ligação entre o Huambo e Kunje, na província do Bié”.

Ainda está por se saber, com pormenor, porque é que o Lobito é conhecido como “sala de visitas de Angola”. Porém, o que lhe falta em história sobra-lhe em beleza. Lobito regista um progresso imparável, tem a restinga, onde se podem observar, ainda intactos, os edifícios do princípio do século XX, a sua magnífica baía com cerca de cinco quilómetros de comprimento, bairros míticos, como o Compão e a Canata, belas praias, flamingos e outros encantos turísticos.

Do Porto do Lobito é o que se sabe. A passar por um amplo programa de modernização, esse colosso da economia angolana, dirigido pelo economista Carlos Gomes, é tão-somente a porta de entrada de mercadorias, bens e serviços para o Planalto Central e não só. A excelência dos seus serviços agrada boa parte dos importadores.

De novo na estrada. Agora em direcção a Kanjala, passando pelo desvio do Balombo, a caminho do Planalto Central. Com uma grande recta antes da subida para o Culango, esta estrada aconselha a uma condução mais cuidada, tal é o intenso tráfego. A paragem na Kanjala permite a observação dos morros que circundam essa localidade, que se notabiliza pelo seu potencial agrícola.Tempo, também, para um refresco, reabastecimento nas bombas de combustíveis e as compras da ordem (ananás, mandioca, banana, óleo de palma e outros produtos da terra).

Depois e sempre numa estrada asfaltada, são mais 108 quilómetros e alcança-se a cidade do Sumbe, no Kwanza-Sul, essa província que é atravessada por rios de grande caudal, como o Keve e o Kwanza. Para trás ficaram, além da Kanjala, a povoação de Evale e a praia do Kicombo, onde uma bem organizada cooperativa de pescadores dá cartas no combate à fome e à pobreza.

Do Sumbe para Luanda são mais de 366 quilómetros. A capital ainda fica longe. Há que ter cautelas devido ao trânsito algo desordenado. Temos por companhia lindas paisagens, cuja observação é obrigatória. Passa-se pelo morro do Chingo, à entrada da capital do Kwanza- Sul, e o Instituto de Petróleos surge-nos de rompante. Pelo caminho a comuna da Ngangula e, depois, a cidade piscatória e portuária de Porto Amboim, cidade que detém, seguramente, uma das melhores baías do país.

Depois só foi “pisar” para o rio Longa, antes de alcançarmos Cabo Ledo. Esta zona, que fica no desvio para o santuário da Muxima, em território da província do Bengo, está muito marcada por vendedoras de peixe e marisco. Come-se da boa gamba, caranguejo e choco grelhado, bem regado com maruvo.

Já é noite quando alcançámos a capital do país. Uma breve paragem no Miradouro da Lua, à entrada de Luanda Sul. Na Barra do Kwanza, 200 kwanzas para a portagem da ordem. À sugestão de Bernardo Dias, o “nosso” oficial da 3.ª região, para fechar essa expedição de cerca de dois mil quilómetros, a escolha foi o “Kintal da tia Guida”, um dos sítios mais badalados da Ilha do Cabo.
 

publicado por saudacoesangolanas às 17:06
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Viajar da Huila a Luanda (1)

Ligar Quilêngues, um lugar da Huíla, a Luanda, por estrada, é, definitivamente, um bom motivo para apreciar as lindas paisagens e, mais importante, aferir da reconstrução e/ou construção de infra-estruturas rodoviárias. Nas linhas que se seguem, o essencial da segunda parte da expedição que o Jornal de Angola iniciou no Tômbwa, última cidade costeira do Sul de Angola.


Com muitas obras num troço de 64 quilómetros, a ligação entre Cacula e Quilêngues é feita, por enquanto, numa via alternativa. Porém, o morro da primeira localidade está feito um sério teste para a camionagem. Muitos camiões carregados de mercadoria não conseguem superar a íngreme Serra da Cacula. Para piorar, as obras de reparação na estrada aconselham a uma condução mais lenta e cuidada.

Até a comuna do Vite-Vivali há um troço de menos de cinco quilómetros particularmente crítico, que se transformou num autêntico pesadelo para os homens do volante, mas que depositam, agora, enormes esperanças nas obras em curso. “Esse sofrimento vai acabar, porque a reparação da estrada está a ser feita muito rapidamente”, disse-nos Fernando Agostinho, um camionista que encontramos na localidade do Vite-Vivali, enquanto se preparava para, com a sua Volvo carregada de Coca Cola, enfrentar a Serra da Cacula.

O monte Bonga e a cordilheira da Tchivila, autênticos cartazes turísticos da região e de quem se especula sobre a ocorrência de kimberlitos, aparecem na margem direita da estrada nacional que passa por Quilêngues, um vilarejo que fica a cerca de 145 quilómetros da cidade do Lubango, capital da província da Huíla.

No passado, zona de grande vitalidade económica, com empresários de sucesso, como Nito Gordo, Firminito e José Tchivatua e criadores de grandes manadas de gado bovino, como Osvaldo Baulo, agora radicado em Benguela, Quilengues parece ter parado no tempo.

Resta, para consolação, um hospital municipal, construído de raiz, e algumas - poucas - casas construídas para quadros da administração do Estado e uma estrada asfaltada em direcção ao município do Chongorói, em Benguela.

Quilêngues deve ser sublinhado nesta incursão por várias razões. Com várias fazendas agrícolas e muito gado, chegou a ser um dos principais centros económicos da Huíla. Destacava-se, também, na produção de tabaco e girassol e detinha uma rede comercial particularmente dinâmica.

Nostálgicos, visitámos o zoológico ao encontro do jacaré, que capturado na década de setenta no rio Calunga, arredores da vila, se mantém vivo. Agora com pouco mais de três metros de cumprimento, é, seguramente, uma das provas vivas de longevidade dos répteis no município. “Está num estado lastimável e parece que não se alimenta há alguns dias”, especula Dias Kassoma, ele que há trinta anos não passava por Quilêngues.

Chongorói  mostra  vitalidade
Dali para o Chongorói, Benguela, dezenas de quilómetros de estrada estão já asfaltadas. Por instantes detivemo-nos numa pequena praça improvisada à beira da estrada, onde, descontraídos, jovens e adolescentes vendem leite azedo (mahini), milho, maboque e outras iguarias. Desinteressadas, pousam, também, para a nossa objectiva. “Queremos ser vistas em Luanda”.

Dezasseis horas. Chongorói surge-nos de rompante. Para trás fica o registo de vários estaleiros, britadeiras, o movimento de máquinas pesadas e gente a trabalhar na via. A vila, contrariamente a Quilêngues, regista um enorme movimento de pessoas, possui energia eléctrica e a água jorra das torneiras, enquanto os estabelecimentos comerciais estão razoavelmente abastecidos.

O Hotel Carvalho Preto serve-nos de poiso por algumas horas. Possui um serviço aceitável - boa cozinha e empregados zelosos - para uma localidade do interior, como o Chongorói, passe a publicidade. É, por isso, o “cartão de visita” da vila.
 
publicado por saudacoesangolanas às 16:54
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Lubango, capital do turismo.

ImageA cidade do Lubango, um dos principais pontos de atracção turística de Angola, vai oferecer aos visitantes por ocasião da Taça Africana das Nações em futebol, de 10 a 31 de Janeiro de 2010, um ambiente propício para lazer e acção em simultâneo.

Fundada a 19 de Janeiro de 1923, a capital da província da Huíla, atingiu a categoria de cidade apenas a 31 de Maio do mesmo ano, por ocasião da cerimónia de recepção da primeira locomotiva do Caminho-de-ferro de Moçâmedes.
 
Lubango, capital da província da Huíla, com uma superfície de superfície de 79 022 km2, está delimitada a Norte pelas províncias de Benguela, Huambo e Bié, a Leste pela província do Kuando-Kubango, a Sul pela província do Cunene e a Oeste pela província do Namibe.
 
Situada a sudoeste do planalto da Huíla a uma altitude média superior a mil metros, o Lubango capital da província tem uma população estimada em um milhão, 414 mil e 115 habitantes.
 
Administrativamente é composta por 13 municípios: Caconda, Caluquembe, Chiange, Chibia, Chicomba, Chipindo, Humpata, Jamba, Kuvango, Lubango, Matala, Quilengues, Quipungo.
 
A sua localização geográfica torna-o num dos pontos de confluência de todos que desejam cruzar Angola, ostentando um clima tropical de altitude. A temperatura média anual é 20°c, sendo Julho o mês mais frio e Outubro e Novembro os mais quentes.
 
A média anual pluviométrica é superior a mil milímetros, a vegetação predominante é caracterizada por árvores robustas que surgem no meio de uma erva rasteira, próprias das regiões de transição para o deserto.
 
A Norte é limitado pelos municípios de Quilengues e Cacula, a Leste por Quipungo, a Sul pela Chibia e a Sudoeste pela Humpata e Bibala, este último pertencente a vizinha província do litoral sul de Angola, o Namibe.
 
publicado por saudacoesangolanas às 16:47
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Corrupção nos Palop.

ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

 
publicado por saudacoesangolanas às 16:33
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A mulher + poderosa em Portugal é Angolana!

Image«...»Isabel e José Eduardo construíram um poder tão ramificado em empresas portuguesas que só o Estado e Grupo Espírito Santo os ultrapassarão. Tanta concentração de poder é mais ameaçadora do que uma nacionalidade. Em Portugal, Isabel e José Eduardo não são Santos da casa mas fazem milagres.

Portugal tem muitas mulheres importantes, algumas são ricas, poucas são poderosas. Uma é as três coisas. Tem 36 anos e não é portuguesa. É a angolana Isabel dos Santos.

Dizem que detesta ser tratada como "a filha de José Eduardo dos Santos". Pela maneira como está a afirmar-se em Portugal, um dia trataremos o Presidente de Angola como "o pai de Isabel dos Santos". É a nova accionista da Zon. E de muitas outras empresas. Uma atrás da outra, todas lhe estendem tapetes. Tapetes verdes, da cor do dinheiro.

A mulher mais rica de Portugal, segundo a "Exame", é Maria do Carmo Moniz Galvão Espírito Santo Silva, com uma fortuna de 731 milhões de euros. Não tem metade do poder de Isabel dos Santos. E tem apenas uma fracção do seu dinheiro: só na Galp, BPI, Zon e BESA, a empresária angolana tem quase dois mil milhões de euros. Fora o resto.

A lista dos dez mais ricos de Portugal está aliás cheia de pessoas que fazem negócios com a família dos Santos. Américo Amorim é sócio de Isabel na Galp e no Banco BIC. Belmiro de Azevedo, segundo foi noticiado, quer ser parceiro de distribuição em Angola.

O Grupo Espírito Santo tem interesses imobiliários, nos diamantes, na banca. Salvador Caetano tem concessões. O Coronel Luís Silva acaba de fechar negócio para vender acções da Zon a Isabel dos Santos. Zon onde João Pereira Coutinho e Joe Berardo são accionistas.

Da lista dos mais ricos, só a família Mello e Soares dos Santos estão "fora" da geografia. O "dinheiro dos angolanos" pesa sobre muitas consciências. Soares dos Santos foi o único a assumir publicamente o desdém pelos níveis de corrupção de Angola.

Isabel dos Santos é accionista da Zon e sócia da PT. É accionista do BPI e sócia do BES. É accionista da Galp e a Sonangol é parceira da EDP. A empresária garante que não tem relações com as actividades do seu pai e da estatal Sonangol.

Identificando todos os interesses em causa, as relações de sociedades portuguesas alargam-se ainda à Caixa, Totta, BPN e Mota-Engil. Dá um índice bolsista.
 
O que faz com que tantas empresas portuguesas implorem para fazer negócios com Isabel dos Santos? E que Isabel "jogue" em equipas rivais, concorrentes confessos em Portugal, sem um pestanejo?

Só uma coisa consegue tanto unanimismo: o dinheiro. A liquidez angolana, que desapareceu de Portugal. A contrapartida de acesso ao crescente mercado angolano. Os portugueses não abrem os braços a Isabel dos Santos, abrem-lhe as carteiras - estão vazias.
 
publicado por saudacoesangolanas às 16:29
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Bruno M vence top Kuduro.

 
ImageO músico Bruno M venceu na noite deste domingo, no Cine Atlântico, em Luanda, a primeira edição do concurso Top Kuduro 2009, uma promoção da Rádio Escola. Com o tema "Dança dos Cambas", Bruno M totalizou 7645 pontos, numa votação pública.

O músico Bruno M venceu na noite deste domingo, no Cine Atlântico, em Luanda, a primeira edição do concurso Top Kuduro 2009, uma promoção da Rádio Escola. Com o tema "Dança dos Cambas", Bruno M totalizou 7645 pontos, numa votação pública.

publicado por saudacoesangolanas às 16:28
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Museu de Antropologia em Luanda

ImageO director do Museu Nacional de Antropologia, Américo Kwononoca, garantiu terça-feira, em Luanda, que a instituição está preparada para dar a conhecer a cultura angolana aos estrangeiros que vierem ao país, com o intuito de assistir a Taça de África das Nações (Orange-Angola2010).

O responsável informou que prevêem fazer visitas guiadas aos turistas africanos e não só, por forma a mostrarem minuciosamente o seu acervo, razão por que estarão abertos de quarta-feira a domingo, a partir de 05 de Janeiro.

 
"Temos preparadas exposições de longa duração e temporárias, com peças que realçam, maioritariamente, a cultura da região sul do país. Através de visitas guiadas, os visitantes poderão apreciar e receber informações complementares sobre os usos e costumes dos povos de Angola”, expressou.
 

Embora não haja um programa especial preparado para o período do CAN2010, Américo Kwononoca adiantou que, no âmbito do programa de modernização do museu, será executado um projecto que incluiu a colocação de telas em alguns locais da instituição, por forma a que o visitante, além de apreciarem ao vivo a peça, possam também saber sobre a sua história.
 

“É importante que quem vai ao museu saia de lá com todas as informações sobre as peças expostas. Vamos fazer isto com a transmissão das mesmas, através de telas, para que se veja a peça e ao mesmo tempo se receba informações sobre o processo de produção e sua história”, reforçou o responsável.
 

 
publicado por saudacoesangolanas às 16:25
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