Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Mestre Luandino Vieira

Prémio Camões 2006, José Luandino Vieira foi aplaudido de pé durante a apresentação da sua nova obra, «O Livro dos Guerrilheiros», editado pela Caminho. A apresentação, que decorreu no Fórum Lisboa, esteve a cargo de Ana Paula Tavares, também ela escritora, também ela angolana…


A acústica do Fórum Lisboa não foi a melhor, mas foi suficiente para ouvir os aplausos a Luandino Vieira. Após o escritor ter falado sobre o seu livro, uma pessoa presente na apresentação solicitou palmas ao angolano, recordando que o escritor recusou receber o Prémio Camões em 2006 «por considerar injusto perante outros autores maiores», que nunca foram distinguidos. De pé, a assistência aplaudiu o «mestre», como qualificou Ana Paula Tavares durante a sua apresentação.
 

A angolana não escondeu a sua admiração pelo autor e de forma emocionada falou sobre «O Livro dos Guerrilheiros», defendendo que era uma obra de vozes, «um livro que respeita principalmente as vozes. E contar histórias só está ao alcance de especialistas».

Ana Paula Tavares ressaltou ainda que Luandino Vieira homenageia com a obra os guerrilheiros que lutaram pela independência de Angola (o próprio autor foi um deles), «inclusive a nossa», acrescentou o editor da Caminho, «porque eles também lutaram pela nossa liberdade com as posições políticas que tomaram. Sem a luta daqueles homens não estávamos aqui».

Zeferino Coelho aproveitou a ocasião para agradecer a presença de Luandino Vieira, «que não gosta de apresentações e neste momento está em digressão pelo país». «Ele gosta de estar sentado», revelou entre risos.

Antes de falar, o angolano esteve uns segundos calado a relembrar dois escritores angolanos que morreram recentemente, «entre eles um guerrilheiro». Visivelmente incomodado com o microfone, comprovando que não está à vontade em apresentações, Luandino Vieira agradeceu as palavras de Ana Paula Tavares, «mesmo sem entender algumas tiradas».

O escritor fez questão de salientar que não estava ali como escritor, «mas como homem (…) O mais importante é a amizade que se estabelece entre o leitor e o escritor, mesmo que depois o leitor não leia ou não goste do livro. Como seres humanos estamos fardados a sermos irmãos, mesmo que nos matemos uns aos outros».
 

O angolano agradeceu também as palavras de Zeferino Coelho, ressaltando no entanto que não escolheu o seu destino, que não se lembrava de ter feito grandes meditações ideológicas. «Tive a sorte histórica de ser um jovem num espaço histórico em que tive de dizer Sim ou Não. A mim só me coube ser escolhido porque não escolhi nada». E é parte dessa «sorte histórica» que Luandino Vieira homenageia em «O Livro dos Guerrilheiros», as vozes de homens que, escolhidos ou não, como ele próprio, deram parte de si por um ideal.

 
publicado por saudacoesangolanas às 18:28
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Literatura Angolana mais rica

A União dos Escritores Angolanos (UEA) procede este sábado à admissão de 12 novos membros no âmbito do processo de crescimento da instituição, segundo informou esta terça-feira, em Luanda, o seu secretário-geral, Adriano Botelho de Vasconcelos.

 

A cerimónia de admissão de Luís Fernando, Yola Castro, Albino Carlos, Nok Nogueira, entre outros, está marcada para o dia 21 na sede da UEA.

 

Em entrevista à Angop, durante a qual abordou os critérios avaliativos dos novos membros, Botelho de Vasconcelos avançou que a sua integração resulta da exposição de trabalhos que os mesmos vêm desenvolvendo ao longo dos anos, tornando-os potenciais candidatos à entrada na organização.

 

“A entrada destes membros resulta de um trabalho avaliativo/crítico que é feito por pessoas com capacidade de executar tal trabalho. Os indicados reúnem todas as condições para serem membros da UEA”, frisou.
 
Para ser membro da UEA, o escritor deve ter no mínimo duas obras publicadas e apresentar dois padrinhos, no caso também escritores, que possam abonar a seu favor.

 

No entanto, Adriano Botelho de Vasconcelos acrescenta que não basta ter publicadas duas obras, é, sim, necessário que as mesmas tenham a qualidade necessária para o consumo público.

 

De acordo com o responsável, a UEA levou em conta o facto de as vozes dos escritores indicados e seus respectivos acervos há muito que enriquecem a qualidade da literatura angolana, concretamente no domínio da temática, estilos e correntes criativas.

 

“São escritores de várias correntes e vários estilos, que nos permite ter no nosso quadro membros que poderão contribuir, ainda mais, com o seu saber para o mundo literário nacional”, assegurou.

 

Fundada a 10 de Novembro de 1975, a UEA, a mais antiga associação cultural da era pós-independência de Angola, conta com 125 membros, a que se vão juntar os 12 novos associados.

 

A UEA tem dedicado o seu trabalho na edição de obras literárias de escritores angolanos, promovendo e preservando o legado literário nacional.

 
publicado por saudacoesangolanas às 18:25
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Hip hop Angolano no seu melhor

O rapper angolano Diamondog, radicado em Berlim, Alemanha, foi convidado pela BBC a representar Angola, no mapa sobre a evolução da cultura Hip Hop no mundo nos últimos 30 anos.


O mapa que foi publicado recentemente num artigo que retrata o desenvolvimento e a influência do Hip Hop, conta com o depoimentos do grupo Sugar Hill Gang, um dos primeiros grupos e pioneiros do Hip Hop nos EUA, Dizzee Rascal um dos melhores rappers de Inglaterra, bem como de outros rappers, produtores e estudiosos desse género musical.

O artigo foi dividido em três partes: O Hip Hop nos EUA; O impacto do Hip hop no Reino Unido e o Hip Hop no mundo inteiro. O rapper angolano, aparece no mapa traçado sobre o Hip Hop no mundo, com um trecho da música "Time and Money" que conta com a participação da cantora americana de Nova York, Lady Daisy.

Diamondog é rapper desde 1998, jornalista e estudante de mestrado em Visual Media and Anthropology pela Freie Universität Berlin.

O rapper já dividiu o palco por duas vezes com o pai do Hip Hop Afrika Bambaataa no Brasil e em Berlim a convite no mesmo, Marcelo D2, Thaide, Marku Ribas, Wilson Sideral, ente outros.

Tem no seu currículo musical seis diferentes projectos nos mais variados estilos, com álbuns lançados na Europa e no Brasil, bem como turnées em diferentes países incluindo: Espanha, Portugal, Polónia e Brasil.

Em Fevereiro deste ano, Diamondog foi um dos nove artistas escolhidos pela Volkswagen Sound Foundation, o único estrangeiro, para fazer parte da iniciativa criada pela empresa que agracia os músicos escolhidos durante um período de seis meses com um "Mini-auticarro" para turnées, bem como outros suportes.

 
publicado por saudacoesangolanas às 18:23
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Eros Ramazotti rendido à musica Angolana

 
ImageO cantor italiano Eros Ramazzotti rendeu-se ao talento dos instrumentistas angolanos da banda do cantor Yuri da Cunha, ao pedir, este domingo, durante o ensaio de preparação do espectáculo, que tocassem mais algumas músicas por estar fascinado com o grupo.

O italiano, que assistiu pela primeira vez a um ensaio da banda, ficou muito impressionado com o seu profissionalismo e "rendido" pediu que repetissem as músicas "Mangôle", "Homem é Bom", na voz do corista Fausto e o instrumental da música do "Rei do Pop", o americano Michael Jackson.
 

No final da apresentação, o porta-voz do grupo, Chalana Dantas, à Angop, referiu que "este é um momento único, pois mostra o quanto Eros está orgulhoso do trabalho da equipa".  
 

Segundo Chalana Dantas, os angolanos têm muito a aprender, por este motivo, todas as opiniões e ideias são "bem vindas".
 

"Não foi em vão que fomos os escolhidos por Ramazzotti para abrir os seus concertos, na tournée que está a realizar pela Europa. Agora só temos que trabalhar e procurar não defraudar, porque representamos todos os angolanos", finalizou.
 

A banda de Yuri da Cunha é constituída por Dinho Silva (bateria), Joãozinho Morgado (congas), Tavinho (teclas), Nelas do Som (guitarra), Chiemba (baixo), Chalana Dantas (percussão), Ximbinha Mamede (guitarrista), e coristas Faustudo e Nelma.

 
 
ImageO cantor italiano Eros Ramazzotti rendeu-se ao talento dos instrumentistas angolanos da banda do cantor Yuri da Cunha, ao pedir, este domingo, durante o ensaio de preparação do espectáculo, que tocassem mais algumas músicas por estar fascinado com o grupo.

O italiano, que assistiu pela primeira vez a um ensaio da banda, ficou muito impressionado com o seu profissionalismo e "rendido" pediu que repetissem as músicas "Mangôle", "Homem é Bom", na voz do corista Fausto e o instrumental da música do "Rei do Pop", o americano Michael Jackson.
 

No final da apresentação, o porta-voz do grupo, Chalana Dantas, à Angop, referiu que "este é um momento único, pois mostra o quanto Eros está orgulhoso do trabalho da equipa".  
 

Segundo Chalana Dantas, os angolanos têm muito a aprender, por este motivo, todas as opiniões e ideias são "bem vindas".
 

"Não foi em vão que fomos os escolhidos por Ramazzotti para abrir os seus concertos, na tournée que está a realizar pela Europa. Agora só temos que trabalhar e procurar não defraudar, porque representamos todos os angolanos", finalizou.
 

A banda de Yuri da Cunha é constituída por Dinho Silva (bateria), Joãozinho Morgado (congas), Tavinho (teclas), Nelas do Som (guitarra), Chiemba (baixo), Chalana Dantas (percussão), Ximbinha Mamede (guitarrista), e coristas Faustudo e Nelma.

 
O cantor italiano Eros Ramazzotti rendeu-se ao talento dos instrumentistas angolanos da banda do cantor Yuri da Cunha, ao pedir, este domingo, durante o ensaio de preparação do espectáculo, que tocassem mais algumas músicas por estar fascinado com o grupo.


O italiano, que assistiu pela primeira vez a um ensaio da banda, ficou muito impressionado com o seu profissionalismo e "rendido" pediu que repetissem as músicas "Mangôle", "Homem é Bom", na voz do corista Fausto e o instrumental da música do "Rei do Pop", o americano Michael Jackson.
 

No final da apresentação, o porta-voz do grupo, Chalana Dantas, à Angop, referiu que "este é um momento único, pois mostra o quanto Eros está orgulhoso do trabalho da equipa".  
 

Segundo Chalana Dantas, os angolanos têm muito a aprender, por este motivo, todas as opiniões e ideias são "bem vindas".
 

"Não foi em vão que fomos os escolhidos por Ramazzotti para abrir os seus concertos, na tournée que está a realizar pela Europa. Agora só temos que trabalhar e procurar não defraudar, porque representamos todos os angolanos", finalizou.
 

A banda de Yuri da Cunha é constituída por Dinho Silva (bateria), Joãozinho Morgado (congas), Tavinho (teclas), Nelas do Som (guitarra), Chiemba (baixo), Chalana Dantas (percussão), Ximbinha Mamede (guitarrista), e coristas Faustudo e Nelma.

 
publicado por saudacoesangolanas às 18:19
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Inaugurada exposição temática sobre Angola

Friday, 20 November 2009
ImageO Banco Espírito Santo Angola (BESA) e a World Press Photo (WPPh) colocaram, desde quinta-feira, em Lisboa, à disposição do público uma amostra fotográfica inédita de cinco fotógrafos africanos, no âmbito da Cimeira Internacional do Planeta Terra.

A exposição, que contém trabalhos de fotógrafos angolanos, ganense, zimbabueano, queniano e tanzaniano, estará aberta até ao dia 22 deste mês, data em que encerram os trabalhos da conferência internacional do planeta terra que se realiza no Parque das Nações.
 

A exposição mostra imagens recolhidas em cinco cidades angolanas, abordando temáticas relacionadas com o Desenvolvimento Sustentável, nomeadamente “águas profundas”, “terra e saúde”, “recursos energéticos”, “solos” e “megacidades”.
 

Esta iniciativa insere-se no âmbito da participação do BES Angola na Cimeira Internacional de Lisboa, no seguimento da sua distinção como “Banco do Planeta” pela mesma instituição.
 

O evento serve de mote à exposição que pretende dar a conhecer ao mundo os artistas e o legado cultural de Angola e de África e, paralelamente, sensibilizar para a preservação do planeta e dos recursos naturais.
 

Segundo Walter Fernandes, o fotografo angolano que tem os seus trabalhos expostos no evento, a intenção é mostrar a realidade nacional através de imagens tiradas em várias cidades e em que se abordam diversas questões inerentes ao desenvolvimento sustentável.
 

Tendo em exposição 16 trabalhos, o entrevistado da Angop avançou ter projectado imagens onde procura mostrar ao mundo Luanda como uma megacidade.
 

“Tirei cerca de quatro mil fotos e para esta exposição foram seleccionadas 16 que mostram Luanda, desde os seus problemas passando para as grandes intervenções que o Estado angolano tem feito no sentido de mudar a imagem da capital angolana. “Há mudanças bastante significativas em Luanda e nas demais províncias, portanto, procurei trazer à tela a realidade actual de Luanda”, disse.
 

Relativamente aos ganhos que poderão advir da sua participação no evento, Walter Fernandes manifestou a sua satisfação por fazer de um projecto ambicioso e de capital importância para Angola, afirmando ainda que da-lhe projecção para os projectos dileneados.

 
O Banco Espírito Santo Angola (BESA) e a World Press Photo (WPPh) colocaram, desde quinta-feira, em Lisboa, à disposição do público uma amostra fotográfica inédita de cinco fotógrafos africanos, no âmbito da Cimeira Internacional do Planeta Terra.


A exposição, que contém trabalhos de fotógrafos angolanos, ganense, zimbabueano, queniano e tanzaniano, estará aberta até ao dia 22 deste mês, data em que encerram os trabalhos da conferência internacional do planeta terra que se realiza no Parque das Nações.
 

A exposição mostra imagens recolhidas em cinco cidades angolanas, abordando temáticas relacionadas com o Desenvolvimento Sustentável, nomeadamente “águas profundas”, “terra e saúde”, “recursos energéticos”, “solos” e “megacidades”.
 

Esta iniciativa insere-se no âmbito da participação do BES Angola na Cimeira Internacional de Lisboa, no seguimento da sua distinção como “Banco do Planeta” pela mesma instituição.
 

O evento serve de mote à exposição que pretende dar a conhecer ao mundo os artistas e o legado cultural de Angola e de África e, paralelamente, sensibilizar para a preservação do planeta e dos recursos naturais.
 

Segundo Walter Fernandes, o fotografo angolano que tem os seus trabalhos expostos no evento, a intenção é mostrar a realidade nacional através de imagens tiradas em várias cidades e em que se abordam diversas questões inerentes ao desenvolvimento sustentável.
 

Tendo em exposição 16 trabalhos, o entrevistado da Angop avançou ter projectado imagens onde procura mostrar ao mundo Luanda como uma megacidade.
 

“Tirei cerca de quatro mil fotos e para esta exposição foram seleccionadas 16 que mostram Luanda, desde os seus problemas passando para as grandes intervenções que o Estado angolano tem feito no sentido de mudar a imagem da capital angolana. “Há mudanças bastante significativas em Luanda e nas demais províncias, portanto, procurei trazer à tela a realidade actual de Luanda”, disse.
 

Relativamente aos ganhos que poderão advir da sua participação no evento, Walter Fernandes manifestou a sua satisfação por fazer de um projecto ambicioso e de capital importância para Angola, afirmando ainda que da-lhe projecção para os projectos dileneados.
publicado por saudacoesangolanas às 18:17
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cocan 2010 está próximo

Malawi, Moçambique, Togo e Zâmbia completaram, sábado, o quadro de equipas que disputam a fase final da XXVII edição da Taça de África das Nações-Orange Angola 2010, que as cidades de Benguela, Cabinda, Luanda e Lubango acolhem de 10 a 31 de Janeiro do próximo ano.


O atacante Dário qualificou a selecção de Moçambique, ao marcar o golo da vitória sobre a Tunísia, já nos descontos, afastando a selecção magrebina do Mundial da África do Sul e dando uma ajuda à Nigéria que venceu o Quénia por 2-3.

O Malawi atingiu a qualificação para Angola, apesar de ter perdido por uma bola sem resposta na deslocação ao reduto do Burkina Faso, segundo classificado da série, beneficiando da derrota da Guiné Conackry frente à poderosa Côte d’Ivoire, por convincentes 3-0.

O Togo carimbou, igualmente, o passaporte para Angola ao derrotar o Gabão, que entrou para esta jornada com a qualificação já assegurada.

Com a disputa da última jornada da dupla campanha para o CAN e Mundial, ficaram apuradas para a fase final da Taça de África das Nações-Orange Angola 2010 as seguintes selecções: Angola, Argélia, Benin, Burkina Faso, Camarões, Cote d’Ivoire, Egipto, Gabão, Gana, Moçambique, Mali, Malawi, Nigéria, Togo, Tunísia e Zâmbia.
 

 
publicado por saudacoesangolanas às 18:12
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Angola menos corrupta

Wednesday, 18 November 2009
ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

A Transparency Internacional destaca no relatório que Cabo Verde é, a par do Botsuana e das Maurícias, um dos três países da África Subsaariana com uma cotação superior a cinco valores.
Wednesday, 18 November 2009
ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

A Transparency Internacional destaca no relatório que Cabo Verde é, a par do Botsuana e das Maurícias, um dos três países da África Subsaariana com uma cotação superior a cinco valores.
Wednesday, 18 November 2009
ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

A Transparency Internacional destaca no relatório que Cabo Verde é, a par do Botsuana e das Maurícias, um dos três países da África Subsaariana com uma cotação superior a cinco valores.
Wednesday, 18 November 2009
ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

A Transparency Internacional destaca no relatório que Cabo Verde é, a par do Botsuana e das Maurícias, um dos três países da África Subsaariana com uma cotação superior a cinco valores.
Wednesday, 18 November 2009
ImageAngola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.

A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.

A Transparency Internacional destaca no relatório que Cabo Verde é, a par do Botsuana e das Maurícias, um dos três países da África Subsaariana com uma cotação superior a cinco valores.
Angola, Guiné-Bissau e Moçambique desceram quatro lugares na classificação do índice global de corrupção, enquanto São Tomé e Príncipe subiu 12 posições, segundo o relatório de 2009 divulgado terça-feira pela Transparency Internacional.


A lista, divulgada anualmente, estima o grau de corrupção do sector público percepcionada pelos empresários e analistas dos respectivos países, e está organizada do menos corrupto (1.º lugar) para o mais corrupto (180.º), a que corresponde uma escala de 10 pontos (livre de corrupção) a zero pontos (muito corrupto).

Entre os países de expressão portuguesa, Angola e Guiné-Bissau ocupavam em 2008 a posição 158 e encontram-se agora no posto 162 com 1.9 pontos.

De acordo com a Transparency Internacional, "apesar do seu potencial para gerar fortes rendimentos, que poderia aumentar o desenvolvimento social, estes países não conseguiram traduzir a sua riqueza em programas sustentáveis da redução da pobreza".

"Em vez disso, os altos níveis de corrupção na indústria extractiva contribuem constantemente para a estagnação económica e desigualdade e para o conflito", lê-se no relatório.

No ranking da percepção da corrupção, Moçambique surge na 130ª posição (2.5 pontos), enquanto ano passado estava no posto 126.

Timor-Leste desceu um lugar na classificação, estando agora no posto 146 (2.2 pontos), posição que partilha com a Serra Leoa, a Ucrânia e o Zimbabué.

A maior subida entre os países de expressão portuguesa registou-se em São Tomé e Príncipe que passou do lugar 123º para o 111º, com 2.8 pontos.

O Brasil registou uma subida de cinco pontos e ocupa este ano o lugar 75 (3.7 pontos).

O segundo país de expressão portuguesa melhor cotado pela Transparency Internacional é Cabo Verde no posto 46 (5.1 pontos), uma posição acima da registada em 2008. Portugal aparece em primeiro lugar entre os lusófonos na posição 35.
publicado por saudacoesangolanas às 18:08
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