Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Cultura Angolana em Paris

ImageA exibição do filme “Na cidade vazia”, da realizadora Maria João Ganga, seguida de debate, encerrou o ciclo de cinema inserido no programa “Angola Mon Amour”, que mostrou em Paris aspectos da diversidade cultural no país.

Promovido pela embaixada de Angola em França, a actividade visou também reforçar os laços de amizade entre os dois povos, segundo o embaixador angolano naquele país europeu, Victor Lima.

O filme “Sambizanga” da cineasta Sarah Maldoror, que recentemente foi homenageada no Festival Internacional de Cinema de Luanda, além das curtas-metragens “Carnaval da Vitória”e “A televisão em Angola”, de António Ole e da produtora Ariel de Bigault, respectivamente, foram igualmente vistos.

Cartazes apelativos colocados em pontos estratégicos da capital francesa conduziram no último fim-de-semana cidadãos angolanos na diáspora, franceses, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e pessoas interessadas em cultura, independentemente da nacionalidade, ao museu “Quay du Branly”, uma das maiores referências culturais de Paris.

Localizado nas imediações do rio Sena e da Torre Eiffel, dois dos mais expressivos símbolos de Paris, o “Quay du Branly” acolheu nos dois últimos dias uma concentração maior de visitantes interessados em conviver com aspectos da cultura angolana.

Stéphane Martin, presidente do Museu, no seu discurso de acolhimento, realçou esse aspecto durante a sessão oficial de abertura do programa “Angola Mon Amour”, realizado sábado, à noite.

Ao embaixador Victor Lima coube endereçar palavras de apreço a todos que tornaram possível a execução do projecto, sem desmerecer assuntos como as relações entre Angola e a França, onde se deu a conhecer um pouco mais dos múltiplos aspectos que compõem a construção da identidade de Angola e do seu povo.

Seguiu-se, numa outra sala do Museu, um espectáculo aberto pelo grupo “Jovens do Hungo” que se deslocou de Lisboa a Paris, especialmente para o efeito.

Guardiões de ritmos considerados de raiz, os “Jovens” arrebataram a plateia. Acompanhado pelas passadas certas das duas bailarinas, o grupo cantou, fez dançar e, por isso, foi chamado a encerrar o espectáculo.
 
publicado por saudacoesangolanas às 17:13
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2 comentários:
De enfermeiro_de_serviço a 10 de Dezembro de 2008 às 04:05
Muitos parabens pelo modo como divulga a cultura de Angola.

Blog muito bom!
De saudacoesangolanas a 10 de Dezembro de 2008 às 16:30
O meu desejo é continuar a divulgar a cultura da minha terra o melhor que posso.
Espero continuar a despertar o interesse de todos em conhecer a riqueza da cultura Angolana.

Obrigado

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